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Lima | Viagem e Turismo

Atualizado em junho de 2019

Lima tem de tudo: grandiosas igrejas coloniais, sítios arqueológicos, museus, parques e praças. É uma lista de atrações suficientes para trazer a vida das ruas ao som do reggaeton. A principal motivação dos mais de 4 milhões de turistas que visitam a cidade todos os anos é a gastronomia.

O orgulho nacional é um problema nos elevadores, é a agenda dos taxistas, é o sonho das crianças que querem subir de novo na vida e se tornar líderes. É uma epidemia, uma paixão. É semelhante ao futebol no Brasil.

Se esta é a sua ideia de viagem (e é uma ótima ideia), comece com Miraflores. O bairro afluente, enorme e mais famoso da cidade reúne apartamentos luxuosos com quitinetes sazonais, famílias peruanas centenárias com turistas de todo o mundo, lojas internacionais e feiras de artesanato.

Parapente em Miraflores

Parapente em Miraflores (comunicado de imprensa / comunicado de imprensa)

E tem o cevicherie principal da sala, que normalmente só abre para o almoço. Informais, são populares entre os locais que ali se encontram para conversar, flertar, tomar uma bebida e mastigar a comida.

Sob os topos está o casual Mar, do mais famoso chef peruano, Gastón Acurio. Ostras e ceviches são deliciosos. Escolha entre coquetéis feitos com produtos locais como chicha, camu camu e, claro, pisco.

La Mar Cevicheria, com os cumprimentos do chef Gastón Acurio

La Mar cevicheria, com os cumprimentos do chef Gastón Acurio (comunicado de imprensa / comunicado de imprensa)

O igualmente ousado cartão-postal de Lima é O mercadopelo chef Rafael Osterling. A decoração da loja vintage, as mesas adjacentes e a música criam uma atmosfera encantadora. O menu combina pratos tradicionais peruanos com cozinha asiática. Pergunte a alguém sem medo. Ou escolha polvo como aperitivo, peixe grelhado como prato principal e três leches (uma torta de leite cremosa) como sobremesa. Para sentir ainda mais o clima, almoce no local às sextas-feiras ou sábados, quando é vendido.

aqui também Peixe principal é a preferida dos brasileiros. O nome brinca com os pecados principais. Até o menu.

De Miraflores há uma rota para o sul até a cidade de Chorillos, um bairro diretamente no Barranco. Existe um dos ceviches mais famosos de Lima. OU Sonia nasceu do amor de uma cozinheira (Sônia) por um pescador há mais de 40 anos. Hoje, gente de toda a cidade vem aqui para  . O restaurante fica na vizinhança, muito simples e popular. É muito diferente das decorações extravagantes que são comuns nos restaurantes Miraflores e San Isidro.

Gastronomia altíssima

No entanto, pelo menos um restaurante de alta gastronomia vale a pena visitar durante a sua visita. Pelo menos um. Em Lima, que tem três dos 50 melhores do mundo de acordo com o ranking de 2018 da revista British Restaurant, você come em casas repletas de estrelas sem pagar uma fortuna. OU Central, do chef Virgínio Martinez, está no topo dos votos de bons comedores.

Uma mesa considerada a sexta melhor do mundo na América Latina pode levar meses para esperar. Ele também está em Miraflores, em uma casa sóbria, sem nome na porta. Ao entrar, você encontrará móveis modernos e uma grande cozinha industrial protegida por uma parede de vidro. Os pratos explicam um pouco a escolha do nome do restaurante.

Martinez queria uma refeição que reunisse ingredientes de diferentes partes do país. Os peixes vêm da Amazônia; cereais e batatas dos Andes; do jardim, mantido no terraço, folhagem e flores. Se se perder no menu, escolha como aperitivo o Ceviche Caliente, bem diferente do tradicional, e o assado principal com quinua preta e batata local como prato principal. De sobremesa, Chirimoya con Chía, fruta típica do Peru com um toque de moda.

No Palácio do Arcebispo, uma cópia de uma varanda de madeira entalhada

Uma cópia de uma varanda de madeira esculpida no Palácio do Arcebispo (Serious Cat / Flickr)

Quinze minutos de carro ao norte do bairro de San Isidro e do restaurante mais famoso do país, o Astrid e Gaston, o primeiro do famoso chef Gastón Acurio. A marca trabalha na Casa Moreyra, casarão colonial que virou bairro quando ainda era uma fazenda no século 18. São três salas de uma empresa: Astrid y Gastón, que serve apenas o menu degustação; La Barra, um lugar básico para jantar quando você não está disposto a pagar muito. e El Cielo, reservado para eventos.

Lima tem menos casas censuradas internacionalmente, é claro, mas é amada pelos locais. Rafael É um pequeno edifício na Calle San Martin em Miraflores. Apresenta decorações Art Déco e obras de arte modernas nas paredes que lhe conferem um toque especial. O ambiente é agradável: você não tem a impressão de estar em um restaurante de luxo, mesmo sendo o número 16 da América Latina por preço Os 50 melhores restaurantes da América Latina desde 2018.

À mesa, Rafael Osterling apresenta uma culinária moderna, mas com um toque peruano à base de peixes locais, pisco e cereais como quinoa e kiwicha. Experimente o atum grelhado com ervas. O conselho aqui é chegar bem antes da reserva para que você possa aproveitar o pequeno mas elegante bar.

E o restaurante da moda? Isso é tudo The Picanteriapor Hector Solis. Localizado em uma casa a portas fechadas em Surquillo, uma área popular perto de Miraflores. É composto basicamente por um pequeno bar, uma sala com duas grandes mesas, um quadro negro com a ementa do dia e guardanapos de plástico.

Você traz o peixe do dia, escolhe o tamanho e o tipo de preparo e voila! Os pratos são fartos e o peixe é servido inteiro. A ideia é compartilhar a comida, a mesa, a conversa. Escolha sudados, pratos em que o peixe é cozido encharcado de especiarias. Para beber, experimente Chichas de Jora, uma bebida Inca.

Porém, nenhum outro chef hoje faz tanto barulho quanto Renzo Garibaldi, dono do OSSO – É mais solitário em La Molina, a meia hora de carro do centro. Renzo não é o seu típico chef peruano: 1,96 metros de altura, meio hipster, dono de um restaurante que vende carnes! Sim, o Osso nada contra a maré do Peru e é um açougue que se tornou um dos restaurantes mais movimentados da cidade e o menos carnívoro do continente.

Chef Renzo Garibaldi do carnívoro comedor de ossos

Carnivore Bone Chef Renzo Garibaldi (Heather Sperling / Flickr)

Ao pedir o menu de degustação, você nem poderá escolher seus companheiros de mesa. Num anexo do talho, Renzo recebe os poucos clientes numa única mesa e escolhe o que servir – melhor não contradizer … Tudo se come sem talheres: as suas mãos serão as suas ferramentas. A “pratos” incluem tortas, chouriços, hambúrgueres e carne fina Angus e Wagyu. Só tem uma sobremesa, Eton Mess, merengue com chantilly e sorvete de baunilha.

Típico e fresco

Em meio a tantas casas que promovem a experimentação, Lima ainda reserva espaço para a gastronomia típica. No centro histórico, perto da Plaza Mayor, você encontrará o Cordano, um clássico limeño e o bar mais antigo da cidade, com honoráveis ​​103 anos de atividade. A especialidade da casa é o butifarra, um sanduíche feito com prosciutto del país, cebola roxa e molho criolla. Peruano, impossível.

O cabo muito tradicional no centro

O Cordano tradicional no centro (comunicado de imprensa / comunicado de imprensa)

Entre as boas mesas de Miraflores, faça uma parada na Praça Kennedy, o melhor lugar para degustar os doces da cidade. Procure entre os carrinhos vermelhos Candy Limeños Anita. Provavelmente você o encontrará rapidamente pela muvuca que o cerca. Há 20 anos Anita vende doces típicos como mazamorra, uma espécie de doce farinata, arroz a la leche na praça. O mais conhecido deles é o suspiro Limeña com doce de leite e canela – nada a ver com o suspiro brasileiro.

Carrinho de doces de Anita na Praça Kennedy em Miraflores

Carrinho de bombons de Anita na Praça Kennedy em Miraflores (reprodução / reprodução)

A capital peruana é linda em outro nicho, o moderno. A novidade é navegar em Barranco, o bairro mais descolado, boêmio e cultural de Lima. Entre a visita à Fundação Mario Testino e a caminhada do graffiti na Avenida Pedro Osama, há duas opções de almoço em um estilo bom, agradável e econômico.

O primeiro é o arquivo Sybaris, do chef Francesco de Sanctis, que chama a atenção por oferecer pratos com poucos ingredientes e produtos nacionais. Peça a quinua coberta com queso andino e bucatini con ragu de pato ou aceite a dica do dia: correr riscos pode te fazer feliz.

Torta de Milho com Sibaris de Bacon

Sibaris Bacon Corn Cake (Jimena Agois / reprodução)

Hidden na Pasaje Genova, ou Sapo cantante é outro dos segredos de Barranco. Simples, com banquetas desalinhadas e guardanapo feito de velhos sacos de farinha, o bar / restaurante é um boteco digno do Brasil. O cardápio inclui um restaurante típico da casa peruana: Tacu Tacu, Lomo Saltado, Ceviche, Sudados, arroz com frutos do mar e muito peixe.

E como estão os camarões com alho e o shisha de peixe grelhado … não deixe de pedir o ceviche. Para experimentar algo novo, recuse o peixe, a sopa com pedaços de peixe e o arroz. Super picante e excelente. Entre e esqueça o tempo.

Amor em Miraflores

Nos fins de semana, todos os habitantes locais (e turistas) vão ao Malecón, a orla de Miraflores que margeia os penhascos da cidade. O parque mais turístico é o Parque do Amor, conhecido por sua parede de mosaico colorido com frases de amor de grandes poetas peruanos e El Beso, a enorme escultura de um casal se beijando. Uma simples imitação do trabalho de Gaudí no Parque Guell em Barcelona, ​​mas fornece ótimas fotos. E a vista da cidade e do Pacífico não pode ser esquecida.

O centro histórico

É o maior da América Latina e abriga a magnífica Plaza Mayor. A arquitetura colonial reúne os prédios do prédio do governo da prefeitura de Lima, o arcebispado. E também a catedral: inspirada na de Sevilha, é famosa por guardar o túmulo de Francisco Pizzarro, o conquistador espanhol que fundou a cidade.
Outro local imperdível: o Convento de São Francisco com milhares de ossos adornando suas catacumbas. O centro de Lima também é famoso por suas varandas (varandas de madeira entalhada que foram construídas no vice-reinado espanhol e existem apenas no Peru) e os pátios de suas vilas – eles nunca acabam na rua Jirón.

Documentação

Passaporte com validade pelo menos 6 meses a partir da data de entrada no território peruano.

Saúde

Nenhuma vacina é necessária para entrar no Peru.

PARA Emmanuelle Tessinari

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