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Lençóis Maranhenses | Viagem e Turismo

Assim como fotos, brochuras de viagens, vídeos caseiros ou documentação profissional, eles preparam o que você encontrará em nós Lençóis MaranhensesNada diminui o impacto da integração nesta imensidão de dunas e lagoas. Qualquer pessoa que veja este cenário de cima em um vôo monomotor imediatamente obtém uma visão panorâmica do mosaico de areia esmeralda e água Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.

Entre maio e agosto as lagoas ficam cheias e a paisagem é abundante. Em setembro, eles começam a secar. Na última semana de julho acontece a Vaquejada com shows folclóricos. Em agosto desembarcam lá os estrangeiros em vigor.

O preparo físico e a disposição para longas caminhadas ao sol são vantagens competitivas para percorrer as dunas, se refrescar nas lagoas e pernoitar nas vilas de pescadores: uma aventura que, claro, só deve ser enfrentada com a ajuda dela. guias. A opção mais procurada para entrar no parque é em Barreirinhas, onde abriram os resorts, há menos de dez anos, pousadas e agências que organizam passeios. Mas também é possível nas aldeias de Atins e Caburé Passeios de barco no Rio Preguiçasa leste do parque e Santo Amaro do Maranhão a oeste. Este último é um dos locais menos explorados, com dunas ainda mais impressionantes e lagoas de águas cristalinas que ainda não são visitadas por muitos grupos de turistas.

Mais detalhes sobre passeios e atrações podem ser encontrados em Barreirin tem atrações.

A visão clássica

O viaduto monomotor é a única maneira de ver todo o parque nacional com suas lagoas sazonais de cima. Porém, é preciso lembrar: o aeroporto da cidade não é homologado, por isso o passaporte não é regulamentado, o que dificulta ainda mais a verificação da carteira de habilitação.

COMO CHEGAR LÁ

Ônibus Cisne Branco (3243-2847, www.cisnebrancoturismo.com.br) correm quatro vezes ao dia de São Luís a Barreirinhas (6h, 8h45, 14h e 19h30; R $ 28). BRTur (3236-6056 e 9114-5813) dirige a van às 5h e 8h e cobra R $ 40 por pessoa, o hóspede pode ser buscado facilmente no hotel. Se você dirigir, use a BR-135 e MA-402 – há sinais, embora alguns estejam em mau estado.

COMO DIRIGIR

Além dos mototáxis, onipresentes nas ruas de Barreirinhas, há táxis disponíveis a preços acessíveis. Aqueles que ficam no centro podem caminhada até a Avenida Beira-Rio, onde fica a maioria dos restaurantes e bares. Para visitar as dunas e lagoas é necessário alugar um passeio de jipe.

ONDE DORMIR

A maior parte das acomodações fica em Barreirinhas, mas a agitação da cidade incomoda quem busca sossego. Todas as agências de viagens e comércio também estão presentes. Para mergulhar totalmente na natureza, vá até os pontos mais distantes: Atins, Caburé e Santo Amaro. As comunidades são adjacentes a dunas inexploradas, mas têm albergues com instalações simples – esqueça banhos quentes, caixas eletrônicos, sinais de telefone celular e a internet. Novidade: entre 2011 e 2012 foram inaugurados dois hostels em Atins, Cajueiro e Maresia.

GUIA QUATRO RODAS BRASIL selecionou uma seleção de hotéis, pousadas, restaurantes e atrações, distribuídos de acordo com as quatro cidades da região dos Lençóis Maranhenses: Alcançado, Barreirinhas, Cabure é Santo Antonio do Maranhão.

ONDE COMER

As principais operações estão concentradas na Avenida Beira-Rio, em Barreirinhas. Lá fora, o Bambaê é uma boa opção. Em Santo Amaro do Maranhão, os camarões da Malásia valem a pena experimentar nas pousadas Cajueiro e Água Doce. E não volte a Atins sem provar os camarões Da Luzia. Coma no bar da península de Caburé em Caburé.

Para mais informações, veja Onde comer em Barreirinhas.

Quando devo ir

A melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses é de maio a agosto, quando passa a chuva e as lagoas ficam cheias. Fique ligado: se não chover o suficiente, os lagos podem secar. Vaquejada é em julho e o mês preferido dos gringos é agosto. Durante o mesmo período, as temperaturas podem ser surpreendentemente baixas, com mínimas abaixo de quinze graus.

Dica: vale a pena ligar para o ICMBio (98 / 3349-1267) e confirmar que choveu o suficiente para encher as lagoas, o que não aconteceu em 2012.

TELAS RECOMENDADAS

2 dias – Invista na descoberta de Atins, uma vila na entrada oriental do parque nacional, onde ficam as lagoas Verde e Mário, menos frequentada pelos turistas. A melhor forma de   o passeio de barco no Rio Preguiças, com paradas em Caburé e Farol Preguiças, onde é possível observar o encontro do rio com o mar. Não deixe de provar o camarão do restaurante do Luzia.

5 dias – Em Barreirinhas, divida seu tempo entre as lagoas mais famosas e visitadas, Azul e Bonita. Prefira caminhadas no final da tarde quando a viagem de volta oferece o pôr do sol a mais sobre as dunas e lagoas. Pela manhã, passeio náutico pelas águas calmas do Rio Formiga. E para encerrar o dia, siga para a Avenida Beira-Rio, onde restaurantes e quiosques lotam de gente e garantem uma noite relaxante.

7 dias – Aproveite os dias extras para chegar a Santo Amaro do Maranhão. Ainda mais deserta do que Atins, a cidade é de difícil acesso por uma estrada de areia. Uma vez lá, as mais belas e lindas lagoas dos Lençóis – Gaivota e Betânia – valem o esforço. Se olhar, explore o parque num passeio a pé (apenas com guia) na aldeia de Queimada dos Britos. Experimente camarão da Malásia em restaurantes.

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