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Domingo, Setembro 26, 2021

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El Chaltén | Viagem e Turismo

Décadas atrás, a pequena aldeia de El Chalten Era apenas um destino para eremitas e escaladores difíceis. Para eles, as paisagens patagônicas de lagos derretidos com águas azuis e leitosas se misturam perfeitamente com alguns dos picos mais difíceis do mundo.

Hoje, com melhores acessos catapultados das estradas principais e do moderno aeroporto de El Calafate, vêm aqui cada vez mais turistas comuns que ainda desfrutam das vistas naturais de tirar o fôlego.

El Chaltén continua sendo um lugar simples cheio de mochileiros e caminhantes com menos amigos, pousadas sem luxo e produtos básicos, mas calórico e saboroso. O que o traz aqui são duas montanhas espetaculares, desafios permanentes para os melhores escaladores do mundo.

Os picos de Fitzroy e Cerro Torre não são nem muito altos em comparação com as paredes dos Andes centrais ou do Himalaia, mas conquistados apenas pelos melhores. Este é o resultado de uma combinação desagradável de paredes verticais cobertas de gelo, vento ruim, condições meteorológicas imprevisíveis e crostas de gelo que se formam e descolam com a maior facilidade.

Embora seja possível chegar a mais de 8.000 metros no Everest, praticamente empurrado por seus guias, apenas os verdadeiros escaladores predominam nas montanhas de El Chaltén.

Para quem não quer se aventurar, já vale a pena fazer uma caminhada perto de sua base. Raposas, pica-paus, patos selvagens e outros pequenos mamíferos (pumas são cada vez mais raros). Se você tiver um bom guia, também fará um curso de geologia e botânica com explicações sobre a formação de geleiras, vales e vida local.

COMO CHEGAR LÁ

O aeroporto mais próximo é El Calafate, 200 km ao sul, nas margens do Lago Argentino, onde a Aerolineas Argentinas voa regularmente para o Aeroparque Buenos Aires. De El Calafate saem um bom número de ônibus que chegam a El Chaltén pela rodovia 40 (a rodovia que corta a Argentina de norte a sul) e pela rodovia 23.

COMO DIRIGIR

El Chaltén é tão pequeno e compacto que você tem que começar a trabalhar aqui. Na verdade, sem caminhar, não é seu, não é um destino para você.

ONDE DORMIR

Ao contrário de El Calafate, que está repleta de hotéis boutique e pousadas, a regra aqui é acomodação simples. Simples, mas confortável, com quartos aquecidos, café da manhã com alto teor calórico, móveis em estilo country e colchas pesadas. Até recentemente, as únicas alternativas eram acampamentos com barracas e chuveiros de gelo ou pousadas sem lei com beliches, muita cerveja e barulho. Esse cenário está mudando gradativamente com a chegada de hotéis com quartos com TVs LCD, áreas comuns com lareiras e poltronas confortáveis, spas (um acréscimo animador após um dia no frio) e até bons restaurantes.

Com o tempo: os celulares são ruins aqui, mas a Internet não é tão ruim.

ONDE COMER

Perto do “centro”, na praça principal ou ao longo da Avenida San Martín, existe uma boa oferta de restaurantes que servem pizzas, empanadas, galetos e papagaios a preços muito atrativos. Se você quer gastar um pouco mais, não deixe de experimentar os cordeiros assados ​​na superfície, acompanhados de um bom vinho tinto argentino (nunca chileno). Algumas novas casas estão tentando estabelecer um serviço um pouco mais sofisticado, mas eles vêm e vão.

Muitos hotéis e pousadas contam com restaurantes próprios com comidas surpreendentemente deliciosas, com sopas, carnes e massas, todas ricas em calorias e de fácil digestão, a dieta ideal para os hóspedes das montanhas.

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