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Douro e Trás-os-Montes | Viagem e Turismo

Se viajar para a região do Douro durante os meses de setembro e outubro, é improvável que encontre uma alma viva com as mãos limpas. É a época da colheita, colheita e prensagem das uvas, quando todos ficam com as palmas das mãos e plantas dos pés pretas devido à cor da casca da fruta. Afinal, estamos na terra do cobiçado Vinho do Porto, e é isso. A área, antes de difícil acesso, agora tem estradas e ferrovias, mas há muito tempo está isolada do mundo. Por isso, preserva o ar puro e uma paisagem Patrimônio da Humanidade, com vinhedos espalhados por escarpas íngremes e o rio correndo tranqüilamente abaixo. Nos últimos anos, dezenas de hotéis de charme e alguns restaurantes gourmet surgiram para mimar os turistas mais exigentes. Mas nada que não diminua o charme original desta parte do país. Uma vez lá, expande-se para a vizinha região de Trás-os-Montes, que se esconde por trás de enormes cadeias montanhosas (daí o nome). É ainda mais isolada e acidentada, com pequenas aldeias de pura tradição.

Como você conseguiu isso

De carro, saindo do Porto, basta seguir pela IP-4. Situa-se a cerca de 100 quilómetros da região do Douro e outros 100 quilómetros de Bragança. De Lisboa a Trás-os-Montes percorremos cerca de 500 quilómetros de estrada, primeiro na A-1, depois na A-4 e depois na IP-4 (com portagem). Também há comboios para o Douro que partem da estação de Campanhã, no Porto (www.cp.pt.) Outra opção são os autocarros que ligam as principais cidades portuguesas ao norte do país (www.rodonorte.pt, www.rede-expressos.pt é www.santosviagensturismo.pt)

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