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Amsterdam | Viagem e Turismo

Amsterdam é prático, moderno e vanguardista. E essas propriedades de alguma forma resumem as propriedades de todo Holanda, um pequeno país de terras que foi uma grande potência comercial nos séculos 17 e 18 e que hoje possui algumas das maiores multinacionais do mundo. A tolerância a temas como religião, drogas, sexo e liberdades individuais, assim como o clima de festa, que parece permanente na capital, atrai viajantes de todo o mundo, principalmente jovens. A atmosfera cultural pelo menos não para por aí, com dezenas de museus, incluindo os imperdíveis Rijksmuseum, que contém obras de Jan Steen, Rembrandt e Frans Hals. Andar de bicicleta nesta cidade plana e cheia de ciclovias é a melhor maneira de vivenciar a beleza arquitetônica que vai do estilo gótico da Oude Kerk (igreja antiga) às linhas modernas da igreja Museu Van Goghcuja coleção inclui as telas mais importantes criadas pelas pinceladas raivosas do pintor. O período negro da Segunda Guerra Mundial entrou Casa de anne frank, um lugar onde a jovem escrevia o famoso jornal com reportagens sobre os medos da vida que espreitavam durante a ocupação nacional-socialista. Faça passeios de barco pelos canais até o presente e maravilhe-se com as habilidades de engenharia que protegeram a cidade da água do mar ao construir diques. Se for primavera, planeje visitas aos campos de tulipas desta bela cidade.

COMO CHEGAR LÁ

Do Brasil, há voos diretos para a Europa saindo de São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Recife, com a KLM atendendo Amsterdã diretamente. O pouso ocorre no aeroporto de Schiphol, A 20 quilômetros do centro. Por ser um dos terminais aéreos mais movimentados do mundo, possui grande capilaridade de conexões não só com destinos europeus, mas também com outros países da África e Oriente Médio. De Schiphol para o centro, basta pegar um trem (www.ns.nl., € 3,70 (20 minutos) metro, para a estação central. Os táxis estão disponíveis fora dos terminais e a viagem custa cerca de € 50.

Amsterdã está muito bem conectada ao resto da Europa por meio de seu sistema ferroviário. A empresa nacional NS oferece conexões muito convenientes para a Bélgica, Alemanha Ocidental e o interior da Holanda, bem como para destinos mais distantes como Paris, Suíça e Londres.

A cidade é facilmente acessível de carro pelas excelentes rodovias A1 (para a Alemanha), A2 (Utrecht), A4 (Rotterdam) e A7 (Friesland). As regras de trânsito são semelhantes às do Brasil e a Schiphol possui várias locadoras de veículos com vários escritórios em todo o país. Deles “Poremes”: As três primeiras estradas mencionadas acima ficam completamente congestionadas na hora do rush e grandes cidades como Amsterdã não são muito amigáveis ​​com motoristas desconhecidos que precisam evitar pedestres, ciclistas e bondes.

COMO DIRIGIR

Amsterdã é uma cidade bastante compacta. A maioria dos passeios pode ser feita a pé ou de bicicleta. Para distâncias maiores, use o Eléctrico (Você pode pagar o trajeto direto com o motorista, mas as passagens compradas nas tacabarias e nos estandes têm desconto; o mesmo vale para os ônibus). Ambas as rotas podem ser verificadas em mapas distribuídos nas estações e em determinadas paradas.

O trem é a melhor forma de viajar para outras cidades da Holanda e para países vizinhos, como Bélgica e Alemanha. Consulte as rotas e horários no site NS.

ONDE DORMIR

Não faltam bons quartos de hotel em Amsterdã. Um dos lugares mais convenientes para se hospedar na cidade é o Anel dos Canais, que fica mais próximo da principal estação ferroviária, de bancos, restaurantes e das principais atrações. Alguns estabelecimentos em Jordaan ou ao longo dos canais Singel e Keizer podem ser um pouco barulhentos, outros não têm elevador (e as escadas podem ser bastante estreitas) e outros não têm serviço 24 horas. Luz vermelha. Embora haja hotéis e albergues razoáveis ​​aqui, a área não é muito segura à noite. No entanto, existem hotéis pequenos, bons e baratos na área, alguns muito bem equipados, bem como clássicos locais como o elegante Hotel de l’Europe, as Sete Pontes e o Grande Krasnapolsky no movimentado coração da cidade. “Amsterdã. . Dam Square.

Fora do centro, estão outras ótimas opções para redes maiores. Perto do centro de congressos RAI e Amsterlpark estão os hotéis Novotel, o Holiday Inn, o Mercure Amstel e o elegante Okura Amsterdam. É só pegar um teleférico desses lugares até o centro.

ONDE COMER

Não há nada no mundo que diferencie a culinária holandesa. Tem um bom ensopado aqui, outro bom assado ali, as batatas fritas são divinas, as sobremesas são muito boas, o chocolate nem se fala. Mas a verdade é que a culinária local é um pouco sem graça. Não existem queijos Gouda e Edam de alta qualidade que sustentem um restaurante. Mesmo assim, a cena gastronômica em Amsterdã não é tão ruim. Existem excelentes restaurantes indonésios na cidade, resultado da colonização holandesa neste país. Experimente-os neles Taffle de arroz, a mesa de arroz, uma espécie de menu degustação entre os melhores da Indonésia. Você também pode encontrar cozinha tailandesa (Great Pad Thai), vietnamita (Goi Cuon), indiana e marroquina.

Ao longo de Damrak você encontrará vários restaurantes muito turísticos, alguns deles ruins. Você terá mais sorte nas casas de canal vizinhas ou na Leidseplein, onde há cafés muito tranquilos, bares animados e alguns lugares especializados em culinária brasileira e argentina.

Se você tomar um gole, há muitas barracas que vendem um biscoito recheado com caramelo Stroopwaffle, isso é tudo Sanduíche, o onipresente sanduíche que pode ser recheado com salmão defumado, rosbife e, claro, os maravilhosos queijos do país.

À noite, conheça os bares da cidade e deguste algumas boas cervejas. As marcas locais são bem conhecidas: Amstel, Heineken e Grolsch, mas também procuram marcas belgas como Hooegaarden, Palm e Duvel.

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